27 de jun. de 2013

Não tente curar o que não é doença!

Bom, agora que vencemos as tarifas temos outro motivo que incomoda de maneira estrondosa a população (ou pelo menos a parte não-homofóbica dela). O nome do B.O é Marco Feliciano, essa vossa senhoria é pastor (não me interessa de qual igreja) e deputado ao mesmo tempo, e teve a grande e ridícula ideia de voltar a bater na tecla do projeto de lei que ficou conhecido como cura-gay... Ah Deus, porque? Deus, tem tanto evangélico legal, mente aberta e porque logo esse cara pra virar deputado? Vossa senhoria se torna  
presidente Comissão de Direitos Humanos e Minorias convoca uma cambada de ignorantes pra fazer lei que não deve? 
Cada dia que passa tenho mais certeza de que vossa senhoria Marco Feliciano comete esses atos porque teve uma vida muito turbulenta, com paixões escondidas, sufocadas no mais interno do coração amante... Então, eu digo que não tenho medo de dizer :
Feliciano, eu te amo cara, eu te perdoo, agora para de bobagem e liberta o Ney Matogrosso que há dentro de ti! 
Outra questão que muito me preocupa é que a última vez que misturaram religião com politica, a raça humana entrou na Idade Média, derramou mais litros de sangue do que existe de coca-cola no mundo, sem falar na idiotice que o planeta se tornou.


Bom já que o tema da postagem é preconceito, homo afetividade e companhia Ltda. e o hoje é dia de Filme eis aqui uma lista com longas muito bom sobre o assunto:

1- C.R.A.Z.Y Loucos de Amor

Uma família canadense com um pai machão, uma mãe devota, e Zachary o 4° de 5 filhos que tem grandes problemas para assumir o opção sexual.


2- Assunto De Meninas 

Mary Bradford perdeu a mãe há 3 anos, não conseguindo diálogo com a madrasta e o pai eles acabam a colocando num internato feminino, lá a doce Mary conhece Paulie Oster e Tory Moller que no fundo querem muito mais que amizade.





3- Orações para Bobby

Bobby,após revelar sua homossexualidade á sua mãe Mary ele é forçado a fazer terapias e tratamentos contra o "problema" (cura gay versão americana). O verdadeiro problema aconteceu quando Bobby jogou-se da ponte por não aguentar mais essa vida.



Isso pode ser repetitivo mas o Caetano Veloso quer falar sobre essa história de cura-gay:




E uma foto pra encerrar com chave de ouro:



         

18 de jun. de 2013

Acoooordeiiii!!!

Com todo esse ritmo de protesto, é lógico que eu não ficaria sem escrever sobre tal. Primeiramente estou muito, muito alegre que minha nação acordou (parcialmente, porque á muita coisa pra se protestar), e acordou com muita força.
Tem me revoltado a ação da policia e até dos boatos que correm por aí de que nossa presidente irá tirar a internet... Justamente sobre a radicalização politica que quero falar, e como hoje é semana de poemas/poesia,  eis minha inspiração "Cálice" de Chico Buarque (vídeo da música no final do post):


"Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue
Tragar a dor e engolir a labuta?
Mesmo calada a boca resta o peito
Silêncio na cidade não se escuta
De que me vale ser filho da santa?
Melhor seria ser filho da outra
Outra realidade menos morta
Tanta mentira, tanta força bruta
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue
Se na calada da noite eu me dano
Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado
Esse silêncio todo me atordoa
Atordoado eu permaneço atento
Na arquibancada, prá a qualquer momento
Ver emergir o monstro da lagoa
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue
De muito usada a faca já não corta
Como é difícil, Pai, abrir a porta (Cálice!)
Essa palavra presa na garganta
Esse pileque homérico no mundo
De que adianta ter boa vontade?
Mesmo calado o peito resta a cuca
Dos bêbados do centro da cidade
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue
Nem seja a vida um fato consumado (Cale-se!)
Quero inventar o meu próprio pecado (Cale-se!)
Quero morrer do meu próprio veneno (Pai! Cale-se!)
Quero perder de vez tua cabeça! (Cale-se!)
Minha cabeça perder teu juízo. (Cale-se!)
Quero cheirar fumaça de óleo diesel (Cale-se!)
Me embriagar até que alguém me esqueça (Cale-se!)"




Baseado nessa e em outras letras de protestos fiz alguns poemas:



"Escuta-me"


Mídia,governo, 
O que vocês querem?
Nos calar? Nos alienar?

Como viver assim?
Engolir palavras, 
Engolir injustiça,
Da forma que vocês usam a força bruta,
A conquista dos direitos só pode acontecer com dor e labuta!

Agora que estamos mais destemidos,
E é vendo o boneco pegando fogo,
Vamos lutar pelo que é certo,
Mesmo se formos oprimidos,



Sinto vontade fazer o que Nero fez com Roma,
Mas vem o "pau-mandado" que é cego,
E só me traz hematoma,

Escuta-me uma vez na vida,
E faça uma promessa que seja realmente cumprida,
Que vou repensar sobre tudo o que está acontecendo,

Pois agora que vejo minha nação acordada,
Minha boca de forma nenhuma será calada,
Quero me perder entre a multidão,
 E ficar estourando comoção,

Quero ver meu país tomando rumo,
Meu rumo será o da sorte,
Por uma nova nação, quem sabe até a morte,   
Engolindo gás de pimenta, levando borrachada,                           

Fazendo de tudo para melhorar a pátria amada!



Bom, vamos guardar os outros poemas pro futuro...Antes queria fazer um comentário sobre uma frase que vi no Facebook e me deixou p. da vida. 
Ela é de autoria do sr. Joseph Blatter o presidente da FIFA "O futebol é mais forte que a insatisfação das pessoas."
Ah vossa senhoria... Que merda você está falando? 
Não, não pode ser esse Suíço filho de uma p*** francesa, sai do país estúpido de 1° Mundo dele, para vir aqui falar merda de nós? Opa! Vossa senhoria, o Caetano Veloso vai dizer o que pensa sobre sua ignorância, cara de pau (afinal, isso podia ficar escondido, ele não precisava anunciar isso, mas enfim...):  














Cálice 

uma foto pra encerrar com chave de ouro:







12 de jun. de 2013

Miss Holly Golightly

Não tenho palavras pra explicar três coisas:  A beleza da Audrey, o talento de Henry Mancini, e como um filme pode ser tão romântico e legal ao mesmo tempo (convenhamos, os únicos romances que é de meu gosto, são os do Eça de Queirós hehe).

Toda vez que assisto "Breakfast at Tiffany's"  sinto-me o pior cara do mundo, pois  me  identifico com a darling Miss Holly Golightly, porque sempre que ela arranja um problema (problemão) tenta fugir dele, como se ela nunca fosse formar outros... E eu sou muito assim.
Outra coisa que admirei, era como Paul (chamado de Fred por parecer com o irmão da Holly que tinha esse nome) a descrevia perfeitamente como "uma garota muito adorável, mas também muito assustada, que vivia sozinha com um gato sem nome".
E  logo após ele digitar isso, ouve uma música doce, cantada por uma voz mais doce ainda, Paul vai até a janela e fica apreciando, a linda  darling Miss Holly Golightly, tocando "Moon River"  composta  pelo já citado Henry Mancini, uma música que foi regravada por Frank Sinatra, Loius Armstrong entre outros.
 Essas são apenas algumas das coisas que tanto amo nesse filme (ficaria cansado de escrever, e vocês de ler se eu colocasse tudo nesse post) e agora entendo a importância que esse longa-metragem  tem para a história do cinema, da música, e da moda (afinal, olhe todo o charme dessa moça na foto).    



                                                                 Trailer

     


Moon River



4 de jun. de 2013

Aventuras em Leiria

Primeiramente peço perdão pela falta de posts.
 Hoje quero falar sobre um livro ótimo, O Crime Do Padre Amaro de Eça de Queirós. Lançado em 1875 em Portugal que provocou diversos protestos católicos (até no Brasil) e foi aplaudido e apoiado por ateus, agnósticos, alguns protestantes (que acharam uma forma de sacanear os "arqui-inimigos" hehehe)  e por pessoas que tinham alguma fé mas odiavam os dogmas (principalmente no Brasil).
Basicamente é a estória de um rapaz que foi "empurrado" para o sacerdócio, e não tinha nenhuma qualidade para o clero, envolveu-se num romance com uma moça de uma tradicional família da cidade de Leiria.
O que mais gostei (eu li esse livro cinco vezes), foi a forma que Eça mostra as grandiosas transformações que a Europa estava sofrendo. A maneira que ele escreveu também foi fantástico! Capítulos inteiros sobre as personagens chaves (Amaro e Amélia) que não são nada maçantes. Também serviu de denúncia sobre os abusos de poderes políticos e como a igreja católica estava envolvida nos assuntos administrativos de Portugal.
Bom, pra quem leu, aproveitou bem o tempo, e que não leu ainda recomendo!
 Ah, foi feita uma adaptação livre para filme. Assisti e me arrependi, pois no meu ver não passa de uma chanchada, mas quem quiser ver, está disponível no youtube.

14 de mai. de 2013

Cursos Trabalhos e Curtas!

Tudo começou com o Movie Maker, eu grande fã da banda Joy Division montei um clipe (muito amador) com algumas fotos, depois troquei ideias com meu primo que se formou no Instituto Criar  e simplesmente me apaixonei pela área audiovisual. Procurando cursos pela região da Zona Leste de São Paulo, encontrei o Multimeios/Vídeo da Fábricas De Cultura Vila Curuçá, lá tive iniciação no ramo aprendi várias coisas sobre Roteiro, Operação De Câmera, produção, atuação etc. Concluímos vários roteiros, mas a proposta era só um (o melhor, mas como estavam todos ÓTIMOS, resolvemos misturar tudo  e saiu o Detenção).
Após alguns dias de gravação e outros de edição apresentamos-o no Território Cultural do Fábricas De Cultura. Então surge uma nova oportunidade, nosso educador de Multimeios Emerson Ferraz (mais conhecido como "Piqueno" Emerson, sim Piqueno   não pequeno) nos sugeriu um outro curso que era o  Projeto Dar Voz Aos Jovens. Para fazer o curso tivemos que enviar roteiros, narrativas, poemas etc. sobre sexualidade. Eu e mais duas amigas do Multimeios ficamos entre os vinte selecionados para participar de aulas de Roteiro, direção, produção, câmera... Enfim fomos divididos em 5 grupos cada um com um tema diferente para gravar um curta-metragem sobre. Esses foram:

Amor e Sexo:
O documentário "Essa é minha vida" conta um pouco do preconceito sexual presenciado por casais homossexuais e transsexuais.




  Gravidez Na Adolescência:
O curta "E Agora?"  passa o medo de um jovem ser pai na adolescência.

Homossexualidade:
"Amor Sem Regras" curta-metragem sobre um rapaz que nunca consegue manter um relacionamento com garotas, e vê que o seu lugar é ao lado do melhor amigo Yago.



  Primeira Vez:
"O Amor Está ao Lado" um filme bem romântico sobre uma garota que depois de gastar seu tempo com um cara que não presta encontra seu verdadeiro amor.



Violência Sexual:
"Violência E Poder" conta a estória de uma rapaz que ao estagiar numa empresa foi abusado pela patroa. Dez anos se passam ele está agora num cargo alto e desenvolveu um tipo de doença ao ser abusado (apesar de isso não estar enfatizado no filme), e o ciclo vicioso continua com uma nova estagiaria.


Bom após esse período, voltei á Fábrica para participar do curta Pílula Da Luz:





Ah e Detenção que já ia me esquecendo:



7 de mai. de 2013

We Are The Hollow Men (Nós somos os homens ocos)

       "Os homens ocos" é um grande poema de T.S Eliot (Thomas Stearns Eliot) Norte-Americano que escreveu este e diversos poemas dos quais são alguns dos mais importantes para a literatura moderna.
      Me sensibilizei muito ao ler suas obras (principalmente a citada á cima), que foi até usada em alguns filmes como "Apocalypse Now" de Coppola e "Control" (filme que conta a vida de Ian Curtis ex-vocalista da banda inglesa Joy Division, Ian cita que assistiu Apocalypse Now e ficou admirado com Brando recitando o poema). 
    Sinceramente não entendo o verdadeiro significado que Eliot quis mostrar em tal poema, mas eu me senti um homem oco, todos podem de longe perceber, que sou empalhado por tudo aquilo que me prejudica:  
"Em nossa adega evaporada
Fôrma sem forma, sombra sem cor
Força paralisada, gesto sem vigor
Aqueles que atravessaram
De olhos retos, para o outro reino da morte." 

Inspirado no "Os Homens Ocos" fiz esse poema:

O Vazio Dentro De Mim

(Uma homenagem ao Capitão)



O vazio apesar de relativo, vem sempre bater na minha porta,
Eu o sigo cegamente, 
Lançando a semente,
Que deixa minha vida torta;

Eu sou um homem oco,
E empalhado, pelo meu vício sou alimentado,

Ei capitão,
Meu velho amigo, boêmio,
Porque está tão arrasado?
Ah sim, nosso calmante está finalizado,

Mas pra que a preocupação?
Você ainda tem sua Vênus,
Sua metralhadora de Rambo,
Sua Harley-Davidson, e seu velho canhão,

E eu? Que acabei aqui,
Com um resto de whiskey,
Que nem é escocês,
No lugar onde as pessoas,
São sem nexo,e não se importam,
Em ter opinião,
Onde todos cortam,
A boa educação,

Ei capitão, que saudade das nossas fugas,
Da nossa belle-époque,
Hoje você está aqui com rugas,
E eu estou em qualquer lugar,
Porque não me importo em fazer de tudo um vazio

Não me canso de me fazer um coitado,
Pois sou um homem oco,
Um homem carregado,
Pela correnteza da falta de beleza,
Na minha moral e no meu ego.


Aqui segue "The Hollow Men" de T.S. Eliot  



  


                                                         "A penny for the Old Guy"
                                                         (Um pêni para o Velho Guy)



         Nós somos os homens ocos
         Os homens empalhados
         Uns nos outros amparados
         O elmo cheio de nada. Ai de nós!
         Nossas vozes dessecadas,
         Quando juntos sussurramos,
         São quietas e inexpressas
         Como o vento na relva seca
         Ou pés de ratos sobre cacos
         Em nossa adega evaporada
         Fôrma sem forma, sombra sem cor
         Força paralisada, gesto sem vigor;
         Aqueles que atravessaram
         De olhos retos, para o outro reino da morte
         Nos recordam - se o fazem - não como violentas
         Almas danadas, mas apenas
         Como os homens ocos
         Os homens empalhados.


                      II


         Os olhos que temo encontrar em sonhos
         No reino de sonho da morte
         Estes não aparecem:
         Lá, os olhos são como a lâmina
         Do sol nos ossos de uma coluna
         Lá, uma árvore brande os ramos
         E as vozes estão no frêmito
         Do vento que está cantando
         Mais distantes e solenes
         Que uma estrela agonizante.
         Que eu demais não me aproxime
         Do reino de sonho da morte
         Que eu possa trajar ainda
         Esses tácitos disfarces
         Pele de rato, plumas de corvo, estacas cruzadas
         E comportar-me num campo
         Como o vento se comporta
         Nem mais um passo
         - Não este encontro derradeiro
         No reino crepuscular


                    III


         Esta é a terra morta
         Esta é a terra do cacto
         Aqui as imagens de pedra
         Estão eretas, aqui recebem elas
         A súplica da mão de um morto
         Sob o lampejo de uma estrela agonizante.
         E nisto consiste
         O outro reino da morte:
         Despertando sozinhos
         À hora em que estamos
         Trêmulos de ternura
         Os lábios que beijariam
         Rezam as pedras quebradas.


                    IV


        Os olhos não estão aqui
         Aqui os olhos não brilham
         Neste vale de estrelas tíbias
         Neste vale desvalido
         Esta mandíbula em ruínas de nossos reinos perdidos
         Neste último sítio de encontros
         Juntos tateamos
         Todos à fala esquivos
         Reunidos na praia do túrgido rio
         Sem nada ver, a não ser
         Que os olhos reapareçam
         Como a estrela perpétua
         Rosa multifoliada
         Do reino em sombras da morte
         A única esperança
         De homens vazios.


                    V


         Aqui rondamos a figueira-brava
         Figueira-brava figueira-brava
         Aqui rondamos a figueira-brava
         Às cinco em ponto da madrugada
         Entre a ideia
         E a realidade
         Entre o movimento
         E a ação
         Tomba a Sombra
         Porque Teu é o Reino
         Entre a concepção
         E a criação
         Entre a emoção
         E a reação
         Tomba a Sombra
         A vida é muito longa
         Entre o desejo
         E o espasmo
         Entre a potência
         E a existência
         Entre a essência
         E a descendência
         Tomba a Sombra
         Porque Teu é o Reino
         Porque Teu é
         A vida é
         Porque Teu é o
         Assim expira o mundo
         Assim expira o mundo
         Assim expira o mundo
         Não com uma explosão, mas com um suspiro.



                             
                                              (Tradução de Ivan Junqueira)


30 de abr. de 2013

A "Ultraviolence"


Bom, conheci esse termo no filme "A Clockwork Orange" (A Laranja Mecânica, aqui no Brasil) dirigido por Stanley Kubrick. Sou um fã de Tarantino, e percebi que a maior parte dos filmes dele contém personagens ultra violentas, pois matam sem nenhum motivo (e no caso deles não precisam de leite para pensar "ultra violentamente hehehe). Quando assisti "Planet Terror" me impressionei com os zumbis, eram 100 vezes mais nojentos do que os de "Resident Evil" e a forma que "El Wray" luta é ultra violento!
Outra característica em filmes desse tipo, é a trilha, a Laranja Mecânica é repleta de músicas clássicas algumas editadas em sintetizadores para fazer jus ao gosto do protagonista, isso acontece também em "Pulp Fiction",  "Planet Terror" e "Kill Bill"  que exploram o lado cultural/regional das personagens.
Enfim, a "Ultraviolence" está em tudo, mas temos que vê-lá de forma cinematográfica e não como nossas atitudes pois isso influência na sociedade, e ela apesar do que muitos negam, pode ser usada de forma educativa!

Aqui segue uns links com as descrições dos filmes citados, e vídeos de suas trilhas:





http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Clockwork_Orange



  http://pt.wikipedia.org/wiki/Pulp_Fiction


http://pt.wikipedia.org/wiki/Kill_Bill






http://pt.wikipedia.org/wiki/Planet_Terror