Sempre achei isso impossível, afinal, eu respiro e cometo um erro, como enfrentá-los? Me auto destruindo com a minha máscara de ódio próprio. Seguindo a linha torta que todo homem oco traça, ao nascer, ao envelhecer, e ao morrer. Quero que chegue então o doce beijo da morte, pois agora "vi que a vida não é um fato consumado, nem o mundo um lugar pequeno, quero inventar meu próprio pecado, morrer do meu próprio veneno". Morrendo quero que meu corpo seja cremado, que minhas cinzas entrem na vida de outro homem oco como eu, porque continuarei esse homem nos meus filhos, em todas as palavras arrogantes que eu disse á alguém, em todos os meus vícios que eu escolhi carregar comigo.
"Fora o inverno e o tempo ruim eu não sei o que espera por mim"

Nenhum comentário:
Postar um comentário